Crédito Pessoal – Razões Para Usar

O crédito pessoal tem vindo a conquistar cada vez mais portugueses nos últimos anos.

É um produto financeiro muito utilizado para obras em casa, para férias, para compras de luxo, para comprar carro, e muito mais. Apesar de amplamente conhecido e ter uma forte componente mediática – é raro o dia em não vemos publicidade a ofertas de crédito pessoal na internet, TV, rádios ou jornais – decidimos investigar as razões do sucesso deste produto financeiro.

O crédito pessoal é um vencedor porquê?

  1. Para começar, você não precisa de dar grandes explicações sobre o destino final do empréstimo. Nos grandes bancos existe uma pressão muito grande para provar que de facto vai utilizar o dinheiro numas obras da casa, enquanto nas empresas de crédito essa pressão – embora existente – é menor.
  1. É rápido – O processo entra na empresa e é tudo processado muito rapidamente, sendo mesmo o oposto dos créditos bancários, que podem levar muito tempo. Na vida o tempo equivale a dinheiro, e se surge uma oportunidade interessante é bom podermos aproveitar. O produto crédito pessoal consegue-se normalmente em menos de 2 dias, usando os processos mais rápidos: a internet, ou via telefone.
  1. É fácil. Desde que envie a sua documentação obrigatória e o contrato devidamente assinado, é mesmo simples. E não existem ou são praticamente anuladas as longas burocracias que vemos nos grandes bancos. Neste caso de créditos pessoais a solicitação de dinheiro é bastante rápida, e agora, com a ajuda da tecnologia, as empresas de crédito possibilitam informação informatizada – o que provoca uma baixa de custos e melhores taxas de juro aos seus clientes.

Neste site abordamos frequentemente este tipo de produtos financeiros, fica o convite para que nos visite em breve aqui mesmo para ler mais sobre Crédito Pessoal.

Credito Pessoal para Férias

O crédito pessoal é bastante procurado nesta época do anos.

Com a chegada da Primavera aumenta consideravelmente o número de pedidos de empréstimos para as férias da Páscoa e férias de Verão.

É com grande naturalidade que os Portugueses utilizam a possibilidade de aceder a dinheiro para uma escapadinha em família até outro país ou para uma viagem à muito marcada mas para a qual nunca houve capacidade financeira.

O uso do crédito pessoal para ter acesso a dinheiro rapidamente que permita realizar esse sonho é uma possibilidade a ter em conta, dentro do espírito de consciência sempre necessário na utilização deste tipo de linhas de crédito.

Se está a ponderar a utilização de um crédito pessoal pondere muito bem se tem realmente condições para proceder a todos os pagamentos.

Com a crise financeira a alastrar na Europa, as taxas de juro com tendência a subir já em 2010 e os portugueses com menos dinheiro no final do mês, prevemos tempos difíceis  para todos os que têm de cumprir obrigações do seu crédito pessoal.

Crédito Pessoal BBVA – 0% Juros

Crédito pessoal para aquisição de automóvel, electrodomésticos, férias ou despesas com educação podem ser financiados a uma taxa de juro de 0% no primeiro ano, pelos créditos solicitados ao banco espanhol BBVA, segundo um comunicado difundido pela instituição esta quinta-feira.

Depois de ter investido nos empréstimos à habitação, o BBVA vira-se agora para o crédito pessoal com o produto «Super Crédito BBVA», válido para prazos entre 4 e 10 anos e para montantes entre os 5 mil euros e os 60 mil euros. O banco fixou uma taxa de juro de 0% no primeiro ano do crédito, «sem quaisquer contrapartidas ou vinculações».

A campanha aplica-se a quem já for cliente do BBVA, mas também a potenciais interessados em pedir um empréstimo. A comissão de abertura e o seguro de vida também estão abrangidos por este programa.

O novo estímulo de acesso ao crédito pessoal está em marcha até ao final de 2010. Depois do primeiro ano de contrato, os clientes podem continuar a usufruir das mesmas condições, «bastando para isso garantir a sua vinculação ao BBVA».

De recordar que, no ano passado, o crédito a clientes do banco espanhol caiu 3,1%, para cerca de 332 mil milhões de euros. O resultado líquido da empresa fixou-se nos 4,21 mil milhões de euros, menos 16,1% do que no ano anterior.